3° Capítulo
Policial 1: Inferno. Nada está dando certo hoje. E agora o que faremos?
Policial 2: Voltamos ao plano de invadir o prédio?
Policial 1: Sim, alguma coisa tem que dar certo nesse dia. Vamos trabalhar no nosso plano para salvar os reféns restantes...
Policial 2: Como será que eles deixaram aqueles três saírem do prédio?
Policial 1: Bom a dona Anahí está morta e os outros dois...
Policial 2: Vieram mostrar o corpo... (pensando em voz alta) mostrar que finalmente a dona Anahí foi assassinada.
Policial 1: E o plano da ambulância era um estepe? Caso ela não fosse morta no prédio?
Policial 2: Exatamente. Tudo isso para matar a dona Anahí...
Policial 1: Acho que então tudo vai se resolver...
Policial 2: Provavelmente...
Poncho: Vamos sair daqui. Nada mais nos prende aqui.
Maite: Concordo. Vamos embora.
Eles começam a caminhar. Eles pegam o carro e se dirigem juntos para cafeteria. Poncho enquanto bebericava o café não parava de olhar o relógio. Estava perdido em lembranças.
Claúdia: Está pensando no que?
Poncho: Vcs sabem... nela...
Maite: Ainda relembrando o que vem acontecendo nos últimos 6 meses?(sorrindo)
Poncho: Exatamente... vcs não?
Derrick: Vc sabe que sim... esses 6 meses foram sem dúvidas cheio de surpresas...
Christian: Exatamente... quem diria que íamos acabar assim?
Maite: Estamos todos vinculados a Anahí... se estamos assim, direta ou indiretamente é graças a ela.
Poncho: (erguendo seu café) Um brinde a Anahí.
Todos: Um brinde a Anahí!
Eles bebem o restante dos seus copos e cada um começa a lembrar do que aconteceu nos últimos 6 meses... a cada intervalo, olhando para o relógio.
6 meses atrás
Anahí estava sentada em uma sala pequena, que continha apenas duas cadeiras, uma mesa e um espelho. A sala na realidade fazia parte da Prisão Federal do México e era o local onde geralmente se interrogavam suspeitos, advogados vinham conversar com seus clientes. Anahí estava intrigada com a sua situação. Ela era promotora pública, não tinha nada que estar ali. Quando seu superior o promotor Peter a avisou que o acusado queria conhecê-la, Anahí se irritou.
Any: O que ele pode querer comigo? Até onde eu sei quem vai colocá-lo na cadeia sou eu.
Peter: Talvez ele queira convencê-la a abandonar o caso... todos sabem como vc é competente e não se intimida por nada.
Any: Exatamente por isso ele deveria presumir que eu não vou abandonar o caso. Vc não leu os jornais? Esse homem é acusado de cometer o crime mais hediondo do México nos últimos 50 anos. Ele deve estar sonhando se pensa que eu vou abandonar esse caso.
Peter: De qualquer maneira vc terá que ir vê-lo. Vamos lá Any, o que te custa?
Any: Meu tempo e a minha paciência, coisas que não tenho em grande quantidade.
Peter: Encare isso como uma ordem Anahí Giovanna. Vá vê-lo e tente conseguir qualquer coisa que a ajude a ganhar esse caso.
Any: Quando vc me chama pelo nome completo, tudo indica que as coisas não estão bem. (ela dá de ombros e se afasta) Tudo bem senhor Peter, irei ver esse assassino e tentarei reverter essa visita ridícula ao meu favor.
Peter: Ele ainda não foi considerado assassino. Cuidado com o seu vocabulário.
Any: Eu estou trabalhando nesse caso. Acredite em mim Peter, ele vai ser considerado culpado com direito a prisão perpétua e sem recurso.
Agora, Anahí estava lá se perguntando mais uma vez como ela havia se metido nisso. Anahí acreditava fielmente que quando alguém é acusado de um crime, tem algo a esconder ou um passado duvidoso. Ela era muito competente em seu trabalho e não se intimidava na presença de pessoas importantes. Anahí começou a verificar alguns papéis enquanto esperava a chegada do prisioneiro.
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