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4 de set. de 2009

"O INDOMÁVEL" 5° CAPÍTULO


5° Capitulo

- Ele está preso – ela finalmente conseguiu dizer enquanto se deitava contra o colchão, lutando para respirar. – O bebe precisa ser virado. Deixe-me ver suas mãos.

Confuso, tanto pela perda de sangue, quanto pelo conhecimento dela de que ele a procurava, ou simplesmente por testemunhar uma mulher com as pernas abertas em uma situação completamente diferente da que estava acostumado, Christopher levantou as mãos para que ela inspecionasse.

- Elas servem – ela anunciou. – Seus dedos são longos e magros, suas mãos delicadas apesar de sua compleição alta. Você deve colocá-las dentro de mim. Você deve virar o bebê para que ele seja capaz de completar seu caminho.

Os dedos de Christopher já estiveram dentro de uma mulher antes, com certeza, mas nunca com o objetivo que ela estava sugerindo. Seu pedido não o atraiu de modo algum. Ele franziu as sobrancelhas e sacudiu a cabeça. – Não posso – ele garantiu a ela. – Não entendo nada desses assuntos.

Quando a dor a atingiu novamente, ela agarrou um pedaço de madeira e o colocou entre os dentes até a dor passar. – Então não faça nada – ela arquejou. – Fique aí parado e me veja morrer, e a criança junto comigo Será mais fácil do que nos matar mais tarde.

O que ela disse era realmente verdade. Christopher nunca levantou a mão com violência para nenhuma mulher em sua vida. Aquele pensamento o provocou durante toda sua busca – a destruição de um inimigo que ele devia encarar e conquistar para quebrar a maldição. Ele sabia que para sair vitorioso, tinha de matá-la, mas o assassinato, ele nunca se permitiu a se fixar sobre isso,,, a questão de se ele seria capaz. Teria o destino brincado com ele? Mas se a natureza roubasse a vida dela e não ele, a maldição ainda seria quebrada?

Subitamente ocorreu a Christopher que se havia uma criança, deveria haver um homem. Christopher cheirou o ar, mas não captou nenhum odor além do da mulher que habitava a cabana.

- Onde está o pai do bebê? – ele perguntou.

Os olhos dela se arregalaram levemente. – Você não sabe? Não foi ele que te enviou?

Confuso, ele sacudiu a cabeça. – Não, Vim matá-la por minhas próprias razões. Suas más ações contra minha família, ou pelo menos, as ações das do seu tipo.

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